POLÍTICOS DA DIREITA blindam Carla Zambelli e enterram cassação na Câmara
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A direita em Brasília vota tudo que está contra as leis brasileiras e impede a cassação da deputada mesmo após condenação citada no STF.
ISSO MOSTRA QUE IRÃO BLINDAR TODOS DA DIREITA POR QUALQUER CRIME.
Segundo as informações apresentadas, o plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, nesta quarta-feira (10), a cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), mesmo diante da decisão mencionada do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinava a perda automática do cargo após condenação definitiva.
O resultado foi de 227 votos pela cassação, 170 contra e 10 abstenções — número insuficiente para alcançar os 257 votos necessários. Com isso, a parlamentar mantém seu mandato, apesar da sentença de 10 anos de prisão descrita na decisão do STF. Críticos afirmam que a votação representa uma blindagem articulada por parlamentares identificados como responsáveis por barrar medidas contrárias aos interesses dos partidos de direita.
Além do episódio da cassação, críticas também destacam que os deputados Alexandre Ramagem, Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli custaram cerca de R$ 419 mil à Câmara em apenas um mês, mesmo PRESOS, FORAGIDOS OU AUSENTES. Os valores correspondem à cota parlamentar e às despesas de manutenção dos gabinetes, que permanecem ativos. Para analistas, o fato reacende o debate sobre privilégios, representatividade, gastos públicos e a eficiência do sistema político brasileiro.
A decisão da Câmara contraria inclusive o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que havia recomendado a cassação por 32 votos a 2. Juristas apontam que a situação deve retornar ao STF, já que envolve diretamente a interpretação constitucional sobre perda de mandato após condenações criminais definitivas.
Críticas mais duras afirmam que o resultado expõe um distanciamento crescente de parte dos parlamentares em relação às normas e expectativas sociais. Setores que reagiram à decisão afirmam que ela fere o espírito das leis brasileiras e aprofunda conflitos entre Legislativo e Judiciário.
Entre os comentários mais contundentes, destacam-se avaliações que dizem:
“ESSAS VOTAÇÕES EM BRASÍLIA MOSTRAM QUE POLÍTICOS DA DIREITA NÃO ESTÃO NEM PREOCUPADOS COM A OPINIÃO DO POVO BRASILEIRO. VOTAM SEMPRE A FAVOR DOS PARTIDOS DA DIREITA, MESMO QUANDO ESTÃO CONTRA AS LEIS BRASILEIRAS.”
“MAIS DE 68% DOS BRASILEIROS TEM A OPINIÃO QUE O CONGRESSO É INIMIGO DO POVO.”
Críticos também ressaltam que parlamentares contrários à cassação não aceitam votar propostas como a escala 6x1, considerada favorável aos trabalhadores — argumento usado por quem vê contradição na defesa de interesses populares.
E, encerrando em tom de alerta, análises divididas nas redes e nos bastidores declaram:
“ENTÃO APRENDA A VOTAR NAS ELEIÇÕES DE 2026. NÃO DÊ SEU VOTO A POLÍTICOS DE PARTIDOS DA DIREITA OU O POVO CONTINUARÁ A SER ESCRAVO.”
Essas reações fazem parte do cenário político turbulento gerado após a rejeição da cassação e demonstram como o episódio acirrou ainda mais o debate sobre responsabilidade parlamentar, privilégios, desrespeito às leis brasileiras e o futuro das decisões políticas no país.
Foto: Divulgação

